quarta-feira, 25 de maio de 2011

Abstinência antes do casamento ajuda vida sexual


Um estudo publicado pela revista científica Journal of Family Psychology, da Associação Americana de Psicologia, sugere que casais que esperam para ter relações sexuais depois do casamento acabam tendo relacionamentos mais estáveis e felizes, além de uma vida sexual mais satisfatória. Entre os ouvidos para a pesquisa, pessoas que praticaram abstinência até a noite do casamento deram notas 22% mais altas para a estabilidade de seu relacionamento do que os demais. As notas para a satisfação com o relacionamento também foram 20% mais altas entre os casais que esperaram, assim com as questões sobre qualidade da vida sexual (15% mais altas) e comunicação entre os cônjuges (12% maiores). Para os casais que ficaram no meio do caminho - tiveram relações sexuais após mais tempo de relacionamento, mas antes do casamento - os benefícios foram cerca de metade daqueles observados nos casais que escolheram a castidade até a noite de núpcias.

Mais de duas mil pessoas participaram da pesquisa, preenchendo um questionário de avaliação de casamento online chamado RELATE, que incluía a pergunta “Quando você se tornou sexualmente ativo neste relacionamento?”

Apesar de o estudo ter sido feito pela Universidade Brigham Young, financiada pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, também conhecida como Igreja Mórmon, o pesquisador Dean Busby diz ter controlado a influência do envolvimento religioso na análise do material.

“Independentemente da religiosidade, esperar (para ter relações sexuais) ajuda na formação de melhores processos de comunicação e isso ajuda a melhorar a estabilidade e a satisfação no relacionamento no longo prazo”, diz ele. “Há muito mais num relacionamento que sexo, mas descobrimos que aqueles que esperaram mais são mais satisfeitos com o aspecto sexual de seu relacionamento.”

O sociólogo Mark Regnerus, da Universidade do Texas, autor do livroPremarital Sex in America, acredita que sexo cedo demais pode realmente atrapalhar o relacionamento. “Casais que chegam à lua de mel cedo demais - isso é, priorizam o sexo logo no início do relacionamento - frequentemente acabam em relacionamentos mal desenvolvidos em aspectos que tornam as relações estáveis e os cônjuges honestos e confiáveis.”

(BBC Brasil)

Nota: Vez após vez, pesquisas têm confirmado conselhos dados há milênios nas páginas da Bíblia Sagrada. Quando as pessoas (a maioria) perceberão e admitirão que a Bíblia é um guia seguro para orientar a vida? Gostaria muito de ver essa pesquisa destacada em revistas masculinas e femininas. Mas algo me diz que essas publicações passarão o assunto por alto.[MB]

Super-heróis são maus modelos


Durante a 118ª Convenção Anual da Associação Americana de Psicologia, palestrante alega que os super-heróis modernos fazem mal à construção da personalidade dos jovens. Segundo a Dra. Sharon Lamb, professora emérita da Universidade de Massachusetts-Boston, a imagem de super-heróis batendo em vilões pode não ser boa se a sociedade quiser promover comportamentos masculinos mais gentis e menos estereotipados. Em comunicado divulgado pela entidade, ela afirmou existir uma grande diferença entre os heróis dos filmes de hoje e os dos quadrinhos do passado. Em suas próprias palavras, “os heróis de hoje participam de ações ininterruptas de violência”. Esses personagens seriam agressivos, sarcásticos e raramente demonstrariam a virtude de fazer o bem à humanidade. Sharon diz ainda que, despidos de seus trajes de heróis, estes homens são péssimos exemplos: exploram as mulheres e mostram sua masculinidade com armas poderosas.

Para a psicóloga, o exemplo típico desse novo super-herói moderno é o Ironman, ou Homem-de-Ferro. Segundo ela, a grande diferença dos personagens dos quadrinhos do passado para os atuais super-heróis dos filmes é que os primeiros representavam modelos nos quais os garotos podiam se espelhar – já que, despidos de seus trajes, eles seriam pessoas reais, com problemas reais e vulnerabilidades.

A psicóloga afirma ainda que, na mídia de hoje, só existem duas imagens com as quais os garotos pode se identificar: super-heróis ou vagabundos. De acordo com ela, após uma pesquisa feita com 674 meninos de 4 a 18 anos, a conclusão é a de que a publicidade se aproveita do fato de que jovens precisam moldar sua identidade durante a adolescência. O truque seria então lhes “vender” uma versão limitada de masculinidade.

Para ela, a solução seria ensinar os jovens a se distanciarem dessas imagens e encorajá-los a achar as “mentiras” nelas.

Modernização ou mundanização?

Elas já foram mais compridas e sóbrias. Hoje, as saias usadas por evangélicas seguem tendências da moda - podem ser justas ou soltinhas, de cintura alta, com rendas ou laços - e fazem sucesso nas igrejas de São Paulo. A advogada Mari Scarparo, 33, da Congregação Cristã de Caieiras (Grande SP), aprova o novo “look”. “Há uns dez anos, usávamos vestuário de ‘senhora’. Hoje, uso as mesmas roupas da igreja em audiências e me sinto melhor com esse estilo moderno.” A loja Monia é um exemplo dessa transformação. Inaugurada em 1978, passou a atender só evangélicos há cerca de dez anos. “Hoje, nossos produtos seguem tendências”, diz Alexandre Iones, um dos responsáveis. Na esteira desse mercado, a estilista Mara Jager, 33, montou há dois anos uma marca para evangélicas. “As saias estão menos compridas. A evangélica quer se sentir bem, mas sem excessos.” 

Instaladas em bairros famosos pelo comércio de roupas, como o Brás e o Bom Retiro (centro de SP), a “moda evangélica” já adota estratégia agressiva demarketing. Uma das pioneiras, a Joyaly, está na quarta edição do concurso “Garota Joyaly” e vende para todo o Brasil. No Bom Retiro, o marketingcomeça na calçada - onde um panfleteiro tenta atrair evangélicas para sua loja. A estratégia acaba chamando a atenção de outras clientes. “Compro em loja evangélica, mas sou católica. Roupa bonita independe de religião”, diz Flavia Schmidt. 

(Folha.com)

Nota: Não bastasse a pole dance gospel e a banalização da música sacra, está aí agora o “mundo” ditando a moda entre evangélicos. Quando os cristãos resolvem seguir “tendências” e não os princípios da Bíblia Sagrada, dá nisso. Cada vez mais discordo da máxima segundo a qual o Brasil é um país cristão. Mais da metade deste povo é idólatra; outros acham que podem batizar de “gospel” estilos musicas como o funk e o rap, e tudo bem; outros ainda defendem a homossexualidade como estilo de vida biblicamente defensável; multidões vão aos templos em busca de prosperidade financeira, estimuladas pelo discurso inflamado dos pregadores da tal teologia da prosperidade; mulheres “cristãs” querem saias encurtadas e roupas da “moda”; jovens “evangélicos” organizam baladas e as chamam de “cristodance”. Caminhasse hoje pela Terra, o que Jesus diria disso tudo? Repetiria a lição de Mateus 21:19? De uma coisa eu sei: Ele certamente seria chamado de “fundamentalista”.[MB]

Lição de Quarta 25/05

Quarta, 25 de maio

Vestes como símbolo de pecado e justiça



Em Êxodo 3:5, Deus deseja Se encontrar com Moisés para lhe dar instruções a respeito da libertação dos israelitas da servidão egípcia. Mas, antes que Moisés pudesse se aproximar de Deus, Ele o instruiu a tirar suas sandálias. “A mente reverente oriental considerava um sacrilégio entrar num... lugar santo calçando sapatos” (The SDA Bible Commentary, v. 1, p. 510). Portanto, essa ordem informou a Moisés que era Deus quem falava. A instrução de Deus “estava em conformidade com o costume já bem conhecido por Moisés, pois os sacerdotes egípcios o observavam em seus templos e também era observado em todos os reinos orientais onde as pessoas tiravam seus sapatos ou sandálias, assim como fazemos com nossos chapéus. Mas a ideia do Oriente não é precisamente a mesma do Ocidente. Para nós, ocidentais, a remoção do chapéu é uma expressão de reverência pelo lugar em que entramos, ou melhor, dAquele que é adorado lá. Para eles [orientais], a remoção dos calçados é uma confissão de impureza pessoal e consciência de ser indigno de permanecer na presença da santidade sem mácula” (Jamieson-Fausset-Brown Bible Commentary, Wordsearch 7).

Zacarias 3:1-4 nos dá um quadro da realidade em relação ao nosso problema com o pecado e como a graça de Deus, oferecida a nós através de Jesus Cristo, pode retirá-lo. Essa visão foi dada a Zacarias para mostrar o poder que o Filho de Deus tem sobre Satanás, nosso acusador. As vestes imundas simbolizam “a contaminação do pecado”, enquanto a remoção delas “significa a remissão do pecado e restauração do favor de Deus. A nova veste representa a justiça imputada de Cristo.” O “turbante limpo” (v. 4) colocado sobre Josué “significou que suas transgressões haviam sido perdoadas e que ele estava qualificado para executar seu ofício santo” (The SDA Bible Commentary, v. 4, p. 1092 e 1093).

5. Leia Zacarias 3 com oração e atenção; considere as etapas do processo. Embora pecadores, é dessa forma que o povo de Deus é salvo. O que você pode aprender sobre o plano de salvação através dessa visão?

6. O que “o Anjo do Senhor” disse a Josué no verso 7, após a troca de roupas, e por que essa ordem é tão importante? Zc 3:7

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